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Segunda-feira começam as novas turmas de Jiu Jitsu e Muay Thai na sede do Sindicato dos Radialistas em Curicica, com o Centro de Treinamento Cassiano! Conheça a filosofia Gracie Jiu Jitsu, e tenha um estilo mais saudável de vida, auto conhecimento do corpo, defesa pessoal e autoestima.

A PRIMEIRA AULA, SEGUNDA ÀS 19:00 É GRÁTIS!! 
#VemLogo

Confira abaixo as turmas:
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> GRACIE JIU JITSU ::::::::
• MANHÃ
Seg qua e sex – 7:00 às 8:00
Ter e qui – 7:00 às 8:00
• ALMOÇO
Seg qua e sex – 12:00 às 13:00
• TARDE
Seg qua e sex – 15:00 às 16:00
• NOITE
Seg à sex
19:30 às 21:00
21:30 às 23:00

- Mensalidade
R$ 150,00 para não associados
R$ 110,00 para associados
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> MUAY THAI ::::::::::::::::::
• MANHÃ
Ter e qui – 7:00 às 8:00
• ALMOÇO
Ter e qui – 12:00 às 13:00
• TARDE
Ter e qui – 14:00 às 15:00
• NOITE
Seg à sex – 18:30 às 19:30

- Mensalidade
R$ 130,00 para não associados
R$ 100,00 para associados
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Não marque bobeira, só a luta te garante!
#VemComSeuSindicato

Se em boa parte dos países democráticos a mídia é regulada para a garantia de direitos, por que no Brasil não pode? Julio quer saber! 

Como você, Julio sempre teve a pulga atrás da orelha, e nunca acreditou cegamente em tudo que diziam. Sua curiosidade o leva à Argentina para entender o que mudou por lá com uma lei que abalou o monopólio de comunicação no país. A Lei de Serviços de Comunicação Audiovisual (Lei 26.522), aprovada em 2009, faz refletir sobre uma antiga proposta que há no Brasil, o Projeto de Lei da Mídia Democrática. As radiofrequências são bens públicos, e não podem ser dominadas por monopólios e oligopólios de comunicação, como existem desde as ditaduras militares das Américas (tanto na Argentina como no Brasil). Regulação NÃO É CENSURA, muito pelo contrário.

"No nosso país, os canais de rádio e televisão estão concentrados nas mãos de poucos grupos econômicos e as outorgas têm sido usadas como moeda de troca para compra de apoio político. Esse cenário exclui a diversidade de opiniões de grande parte da população, violando o disposto na Constituição Federal que proíbe a formação de monopólio ou oligopólio dos meios e estabelece a complementariedade entre os sistemas público, estatal e privado de comunicação."

O filme foi lançado em maio de 2017, na presença do nosso Sindicato Radialistas RJ durante o 3º Encontro Nacional pelo direito à Comunicação. Hoje, está na internet, e você pode assistir e exibir livremente em escolas, universidades, cineclubes, e na sua casa. Clique AQUI e ASSISTA no Youtube!

Mais informações: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.">comunicaçãEste endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

 

O plenário do Senado decide hoje (04/07) se a votação da "reforma trabalhista" (PLC38/2017) será feita com urgência, daqui há duas sessões.

A proposta é vista por analistas de todas as correntes políticas como a principal jogada do governo Temer. O surgimento de evidências de crimes do presidente pesou ainda mais sobre sua rejeição recorde pelo povo. Sua base aliada no Congresso (cuja ampla maioria também são investigados corrupção) se movimenta sob a liderança de Romero Jucá para não perder seu poder como aconteceu com Dilma.

Isto depende da capacidade de aprovar as reformas, mesmo contra a vontade popular. Vale lembrar que boa parte delas já estava na agenda bem antes do impeachment, e foram aceleradas pela crise política. As reformas, assim como a crise econômica, vão muito além do Brasil. A OIT (Organização Internacional do Trabalho) publicou um estudo sobre reformas de leis e de mercado de trabalho em 110 países, entre 2008 e 2014.

Mas o absurdo da proposta brasileira é tamanho que divide até o próprio PMDB, com 17 senadores a favor e 5 contra o texto aprovado na Câmara. "Sinto que os parlamentares consideram os trabalhadores como objetos. Eles não têm nenhuma empatia com o trabalho e votam de forma equivocada para a liquidação de todos os direitos trabalhistas num momento de recessão", afirmou o senador Roberto Requião (PMDB-PR).

O texto da reforma altera profundamente as relações trabalhistas no Brasil. Cria a modalidade de "trabalho intermitente", impede o acesso à Justiça do Trabalho, e rompe o princípio fundamental de que os acordos não podem prevalecer sobre a lei em prejuízo do trabalhador (o que põe em risco, na prática, salário mínimo, 13º, férias e toda a CLT).

"Ainda que a maior parte da grande imprensa não aborde o impacto negativo das mudanças, como mostrou levantamento da ONG Repórter Brasil, inúmeros especialistas são contrários ao texto. "Com a reforma trabalhista, o poder do empregado fica reduzido a pó", disse Maria Aparecida da Cruz Bridi, professora de Sociologia da Universidade Federal do Paraná.

SENADORES X TRABALHADORES
Apesar de todas as consultas aos trabalhadores do rádio e da TV feitas pelo nosso sindicato terem sido praticamente unânimes contra a reforma trabalhista, os senadores vinculados às empresas de radiodifusão estão votando para aprová-la. Exemplo grave é o do Senador Eduardo Lopes, que é também radialista (atuando como locutor) votou mesmo assim a favor da proposta!

Em seu site, o Senador confessa que a razão principal de seu voto foi confiar na palavra do Presidente (no qual 95% dos brasileiros não confiam). Isto porque "Temer enviou uma carta se comprometendo a vetar, suprimir ou até mesmo enviar ao Congresso Nacional uma Medida Provisória referente aos oito pontos polêmicos do texto [...] : sobre trabalho intermitente, a jornada 12×36, a participação sindical na negociação coletiva, a proteção a saúde das gestantes e lactantes, a insalubridade, o dano extrapatrimonial e o trabalho exclusivo de autônomos."

Seu informe termina com: "mais empregos é o que desejamos para o Brasil." Mas tudo indica que essa aposta é uma furada. Dos 110 países analisados pela OIT que passaram por reformas semelhantes, que facilitam o processo de demissão, tenderam a gerar aumento do desemprego. Das leis que diminuem os níveis de regulação do trabalho, 74% trataram de jornada de trabalho, 65% de contratos de trabalho temporário, 62% de demissões coletivas, 59% de contratos permanentes, 46% de negociações coletivas e 28% de outras formas de emprego.


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