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Praticamente todas as pessoas que trabalham em empresas de Rádio e TV devem possuir um Registro Profissional ("RP") de radialista. O "RP" - bastante confundido com "DRT", a sigla para "Delegacia Regional do Trabalho" - é o documento que oficializa sua capacitação para o exercício da profissão. Você que não possui vínculo empregatício também pode obter esse registro como profissional autônomo! Nosso sindicato é responsável por fiscalizar, avaliar e encaminhar todos os pedidos de Registro Profissional de radialistas do Estado do Rio de Janeiro, e para melhorar ainda mais o seu atendimento preparamos algumas novidades no procedimento, que passam a valer a partir de 2017.

Confira os 4 passos para conseguir o seu Registro Profissional:

1
– Preencha o formulário de requerimento do registro (fornecido pelo Sindicato);
   Baixar Requerimento

2 – Junte ao requerimento os seguintes documentos:

   a Carteira Profissional atualizada;
   b – Cópias autenticadas legíveis da: Identidade, CPF e folha de rosto – frente e verso – da Carteira Profissional;
   c – Cópias autenticadas legíveis dos comprovantes da conclusão de Cursos Profissionalizantes ou Superior, se possuir;  
   d – Autorização (com firma reconhecida em cartório) para o Sindicato dar entrada no requerimento do Registro Profissional junto ao Setor de Registro Profissional no Ministério do Trabalho;
   Baixar Autorização de entrada
   e – Autorização (com firma reconhecida em cartório) para o Sindicato retirar o Registro Profissional junto ao Setor de Registro Profissional  no Ministério do Trabalho.
   Baixar Autorização de retirada

3
– Contribua com a taxa de serviço*:

   a –  10% do salário normativo de TV da Capital para os radialistas residentes na cidade do Rio de Janeiro;
   b –  10% do salário normativo de TV do Interior e demais municípios para radialistas que residam nessas localidades;
   c –  5% do salário normativo de TV do Interior, para radialistas recém-formados que ainda não ingressaram no mercado de trabalho

*Quem é sócio(a) do Sindicato não precisa pagar pelo serviço!
Basta juntar uma cópia de contracheque recente com o comprovante do pagamento da mensalidade sindical, ou preencher sua ficha de sindicalização caso seja novo(a) sócio(a). PS: Ao entregar a documentação, não esqueça de nos exigir o protocolo e recibo do seu pagamento.

4 – Preencha, imprima, assine e entregue estes documentos na secretaria do Sindicato e aguarde.

PRONTO!
Passando por todas estas etapas com avaliação positiva, seu Registro Profissional será efetivado!

 

Na última quinta-feira, esse time de peso mostrou que manda bem não só no rádio, mas também na luta: radialistas da Tupi fizeram uma paralisação histórica em represália à emissora, que além de estar em dívida com seus funcionários em diversas áreas, tem ignorado totalmente as tentativas de diálogo.
Mostramos um pouco da nossa força, e podemos dizer: a Tupi TREMEU!
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E agora? Para pensar juntos os próximos passos que serão dados nessa jornada, pra finalmente garantir seus merecidos direitos, temos um encontro marcado às 14 HORAS do dia 15/12 (próxima quinta-feira)!

Greve de 48H
Mais uma vez as trabalhadoras e trabalhadores da Rádio Tupi se unem pra mostrar sua força. Agora, por 48 haverá paralisação total das atividades!
 
Como todos sabem, a greve é o último recurso do movimento trabalhista, não é necessária quando há respeito e diálogo por parte dos patrões. Infelizmente, esse não é o cenário na Tupi... O fim de ano se aproxima e os quase 200 radialistas, que fazem a empresa a cada dia, continuam sem ter perspectiva do seu 13º do ano anterior.
 
Você que escuta a Tupi, seu apoio também é fundamental! Fortaleça esses trabalhadores, divulgue a paralisação! Será nos dias 19 e 20 de dezembro.

Nova Assembleia
Logo após, às 14h do dia 21, haverá assembleia geral para fazer um balanço da ação e pensar os próximos passos. O local é o auditório da Igreja Santa Edwiges, São Cristóvão.
#VemComSeuSindicato
 

O Sindicato dos Radialistas do RJ comunica que entre os dias 26 e 30 de dezembro, não haverá expediente;

Retornaremos nossas atividades habituais a partir do dia 2 de janeiro de 2017.

Obrigado e boas festas!

 

13 de dezembro, ontem, foi aprovada a polêmica PEC 55, a "pec do fim do mundo", para os próximos. Será sancionada amanhã, pelo Renan Calheiros. Nesse intervalo, te convidamos a refletir sobre o que aconteceu:
Desde a última votação, ela vinha perdendo apoio dos parlamentares - conforta acreditar que seja um mínimo reflexo da imensa vontade popular (93% dos internautas brasileiros votaram contra pela pesquisa oficial do governo). Mas apenas um mudou seu voto do 1º pro 2º turno: Dario Berger, do PMDB. É o fim da jornada da PEC, está decidida a maior alteração já feita na Constituição de 88. Os únicos pontos da proposta que exigem mudança constitucional são os que tangem uma redução significativa nos gastos com educação e saúde.

Apesar da importância, ela foi crua, rápida, e pouquíssimo debatida; o Ibope aferiu que só 33% da população dizem conhecer "bem" ou "mais ou menos" o projeto (o índice cai para 22% entre quem tem até o ensino fundamental). O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) alerta: em 2036 a assistência social contaria com “menos da metade dos recursos necessários para manter a oferta de serviços nos padrões atuais”. Uma perda acumulada de 868 bilhões. Na Saúde, 654 bilhões de reais, caso o PIB ainda cresça 2% ao ano. O congelamento também aborta a meta de ter todas as crianças e adolescentes na escola até 2020, como prevê o Plano Nacional de Educação.

Eis a principal jogada do Presidente; aquele que a gente só sabe que o nome começa com "Fora", o que semana passada foi citado 43 vezes em delação da Lava Jato, e por essas e outras (praticamente todas) tem despencado em sua já mesquinha popularidade (quando assume, lembrem, tinha 8% de aceitação apenas - a impeachmada Dilma oscilava lá pros 31%).
Ruim antes, ruim agora, parece que não resolvemos nada. Os problemas do país estão aí, coçando no nosso bolso, cansando nossa rotina, com os chefes que não nos pagam, os bancos que não perdoam, os tiros que se não matam nos fazem reféns do medo. Até a chuva chiou que essa PEC passou. Não é o fim do mundo, mas é uma gota d'água numa tempestade que só cresce...

Pela triste coincidência, foi em 13 de dezembro de 1968 ("o ano que nunca acabou"), que o governo brasileiro decretava o AI-5, instrumento de abuso e perseguição aos civis no auge da ditadura civil-militar. Era uma mensagem simples: não ouse nos questionar. Na votação no Congresso, quase 30 mil pessoas vieram de todo canto gritar contra seu avanço: massacradas, humilhadas, cercadas com bomba e gases, com tiros, cavalarias, voltaram sangrando aos prantos fazendo fila indiana. QUASE 30 MIL PESSOAS FAZENDO FILA INDIANA sangrando na grama verde rosada das bombas frescas tacadas pela polícia - custaram mais de 800 reais, pra cada cápsula. A PEC da economia, não diga, foi aprovada com isso, e aquela janta milionária e tantos corres que nem sabemos, já que os jornais não falam nada... Nessa última rodada, quase ninguém foi pra lá, a mensagem foi passada: "não adianta protestar, nós vamos te atropelar."
E aí? Vão panelar?

 

 

Começou agora, com 99% de adesão, a primeira paralisação das trabalhadoras e trabalhadores da Rádio Tupi, que decidiram por unanimidade, em Assembleia Geral com quase todos os funcionários da emissora, que não aguentam mais os salários atrasados há mais de um ano e meio!

Não aguentam estar às vésperas do Natal sem ter recebido nem o 13º do ano anterior, e principalmente, não aguentamos mais o grande silêncio dos donos da Tupi em relação a tudo isso. Só esse ano, foram SETE vezes convocados pelo nosso sindicato para simplesmente discutir o assunto, e nos ignoraram totalmente. Assim como ignoram as condições absurdas que seus funcionários passam todos os dias há tanto tempo. Não vamos mais deixar que ignorem!

Nas próximas 24h, não vai ter Tupi, porque quem faz essa rádio são os grandes profissionais que ali trabalham, e que exigem respeito!

 

 

 

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